1 peito de frango caipira (ou outras partes)
alho e cebola a gosto
temperinhos preferidos (usei um pouquinho de açafrão, uma pitada de páprica e uma de pimenta-do-reino)
1 xíc. de arroz integral cozido
2 ovos caipiras
2 colheres de sopa de maizena
salsinha picada
suco de um limão grande
sal a gosto
Faça um caldo cozinhando o peito de frango com água que o cubra e sobre dois dedos acima, com a cebola e o alho, em panela de pressão, até que se desmanche e solte dos ossos. Retire a carne, desfie e volte à panela.
Bata à parte os ovos com a maizena e misture ao caldo. Deixe cozinhar por cerca de 15 minutos e acerte o sal.
Por último, acrescente a salsa picada e o suco de limão. Apague o fogo em seguida.
Fica muito, muito boa.
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sábado, 10 de maio de 2014
Farofa molhada de frutas e castanhas - Receita Vegana
Ai que vontade de comer doces... de vez em quando bate... fiz uma receitinha rápida e natureba, deliciosa.
1 punhado de amêndoas cruas
1 punhado de avelãs torradas
1 col sopa de tahine
2 punhados de ameixas secas sem caroços
1/2 col sopa de azeite de oliva extravirgem
2 col sopa cheias de cacau em pó bruto
Bater tudo no processador, até virar uma farofa úmida.
Fica muito bom sobre um creme de polpa de açaí (ou juçara) batida com banana nanica madura.
Leites Vegetais - Receitas do Coletivo Verde
Encontrei essas receitas maravilhosas na página do Coletivo Verde, um site cheio de dicas interessantes para o bem-viver. A publicação deles está aqui embaixo na íntegra.






Não sou muito entusiasta do leite de vaca, pertenço àquela corrente que acha que leite foi feito para bezerros e não para seres humanos. Mas, substituir o leite na alimentação é complicado, pois muitas receitas usam leite como ingrediente e como diz um amigo meu que tem intolerância à lactose, “Daqui a pouco eu vou viver de luz… Não posso comer nada!”
Cá entre nós deve ser complicado para os intolerantes à lactose encontrar alimentos compatíveis. Nada de manteiga, creme de leite, iogurte, queijos, leite condensado… Pesquisei então os leites vegetais, e descobri coisas interessantíssimas. Os industrializados além de lotados de aditivos químicos são caríssimos e fazer em casa, além de divertido (você já ordenhou grãos?) é muito mais econômico.
Vamos lá… Nada de preguiça ou comodismo, você pode ter um leite fresco, gostoso e nutritivo a partir de grãos com propriedades maravilhosas e que fazem muito bem à Saúde. Além disso, ao utilizar uma dessas opções em suas receitas habituais vai conseguir novos sabores.
Leite de Aveia:

O leite de aveia é muito fácil de preparar, só precisamos de uma peneira e um liquidificador e temos um leite bem gostoso e que não interfere no sabor dos alimentos.
Ingredientes:
Ingredientes:
- 2 xícaras (chá) de aveia em flocos Orgânica
- 3 xícaras (chá) de água mineral ou filtrada;
Modo de preparar:
Deixe a aveia de molho na água por uns 10 minutos apenas para amolecer.Bata tudo no liquidificador. Coe e leve para a geladeira. Durabilidade 3 dias.
Deixe a aveia de molho na água por uns 10 minutos apenas para amolecer.Bata tudo no liquidificador. Coe e leve para a geladeira. Durabilidade 3 dias.
O leite de aveia é rico em fibras, isento de colesterol e lactose, contém vitamina E, ferro, entre outras vitaminas e minerais. Rico em fitoquímicos, produtos químicos das plantas que ajudam a lutar contra doenças como o cancro, doenças cardiovasculares.
Variações e Sugestões:
Abaunilhado: adicione no liquidificador uma colher de café de essência de baunilha e açúcar orgânico a gosto. Com granola fica muito bom. Com cacau ou na vitamina: adicione 1 colher de sobremesa de cacau em pó e açúcar orgânico a gosto. Se quiser uma vitamina bata com banana.
Receitas salgadas: com o cozimento o leite de aveia tem o mesmo efeito do amido de milho, engrossa.
Que tal um estrogonofe feito com ele? Purês, sopas cremosas, já pensaram que legal poder aumentar as opções de cardápio?Variações de textura: mais ou menos aveia resultará em leites mais ou menos grossos de acordo com o que você precisa para fazer os pratos mais cremosos.
Receitas salgadas: com o cozimento o leite de aveia tem o mesmo efeito do amido de milho, engrossa.
Que tal um estrogonofe feito com ele? Purês, sopas cremosas, já pensaram que legal poder aumentar as opções de cardápio?Variações de textura: mais ou menos aveia resultará em leites mais ou menos grossos de acordo com o que você precisa para fazer os pratos mais cremosos.
Leite de Inhame:

Assim como o leite de aveia o de inhame é neutro, não interfere no sabor da receita.
Cozinhe um inhame orgânico com casca. Depois de cozido, descasque e bata com uma ou duas xícaras de água de acordo com a textura que preferir. Coe e coloque em uma jarra ou garrafa de vidro. Pode ser adoçado ou saborizado com canela, cacau ou uma fruta de sua preferência.
Cozinhe um inhame orgânico com casca. Depois de cozido, descasque e bata com uma ou duas xícaras de água de acordo com a textura que preferir. Coe e coloque em uma jarra ou garrafa de vidro. Pode ser adoçado ou saborizado com canela, cacau ou uma fruta de sua preferência.
O inhame é depurativo, desintoxicante e fortalece o sistema imunológico. Rico em amido e fibras solúveis, ajuda a controlar os níveis de açúcar no sangue e as taxas de colesterol sangüíneo. Auxilia na digestão e na fermentação do bolo alimentar, portanto no funcionamento dos intestinos. Fonte de Betacaroteno, vitaminas C e do complexo B, cálcio, fósforo, potássio e ferro.
Os médicos orientais recomendam a ingestão de inhame para fortificar os gânglios linfáticos. Na Índia, o sistema médico ayurvédico indica para restaurar as defesas orgânicas, principalmente como recurso para combater infecções e tumores.
Leite de Arroz:
Ingredientes
- 2 xícaras de arroz orgânico, sem lavar
- 10 xícaras de água mineral ou 2 litros e meio
- ½ colher das de chá de sal
- ½ fava de baunilha ou 1 canela em pau
Modo de preparar:
Leve tudo ao fogo por exatos 15 minutos, não mais que isso. Bata tudo no liquidificador ainda quente no modo pulsar, por 3 vezes rápidas para que não vire uma papa, queremos apenas quebrar os grãos. Se esperar esfriar ele absorve toda a água e teremos um leite muito grosso.
Leve tudo ao fogo por exatos 15 minutos, não mais que isso. Bata tudo no liquidificador ainda quente no modo pulsar, por 3 vezes rápidas para que não vire uma papa, queremos apenas quebrar os grãos. Se esperar esfriar ele absorve toda a água e teremos um leite muito grosso.
Peneire mexendo o arroz delicadamente apenas para sair o líquido, pronto é só levar à geladeira em um recipiente de vidro. Também neutro.
Leite de Coco

Delícia, de sabor suave pode ser bebido puro ou utilizado em receitas doces e salgadas. Livre de aditivos químicos presentes nos leites de coco industriais e ainda mantém todas as propriedades presentes na água, no fruto e na gordura.
Sua vantagem em relação aos outros leites vegetais é a presença do ácido láurico, existente no leite materno, ajudando a combater infecções e aumentando a imunidade do organismo. Contém calorias, hidratos de carbono, proteínas, gorduras, sais minerais, vitamina A,B1,B2,B5,C, fósforo, cálcio, ferro, magnésio, enxofre, silício. Muito bom para adicionar aos outros leites vegetais para saborizar ou aumentar o rendimento.
Ingredientes:
- 1 coco de preferência Orgânico
- 900 ml de água mineral morna
Modo de preparar:
Fure o coco e retire a água. Reserve. Quebre o coco e leve ao forno para que a polpa desprenda com facilidade. Retire a polpa com uma faca. Bata por 3 minutos a polpa no liquidificador com a água do coco reservada e mais a água mineral morna. Coe em um pano de algodão e esprema para retirar todo o leite. Guarde a polpa do coco para utilizar em receitas.
Fure o coco e retire a água. Reserve. Quebre o coco e leve ao forno para que a polpa desprenda com facilidade. Retire a polpa com uma faca. Bata por 3 minutos a polpa no liquidificador com a água do coco reservada e mais a água mineral morna. Coe em um pano de algodão e esprema para retirar todo o leite. Guarde a polpa do coco para utilizar em receitas.
Leite feito com frutas oleaginosas

Nozes, amêndoas, avelãs, castanhas do caju ou do Pará…
As frutas oleaginosas são excelentes para combater o envelhecimento celular, ajudam a diminuir o colesterol ruim e aumentar o colesterol bom, potentes antioxidantes, combatem os radicais livres, fontes de cálcio e magnésio.
Modo de preparar:
Deixe de molho durante 8 horas ( de um dia para o outro), ½ xícara de chá das sementes de sua preferência com 2 xícaras de chá de água. Para quem prefere o leite mais doce deixe de molho junto 2 tâmaras sem caroço.
Deixe de molho durante 8 horas ( de um dia para o outro), ½ xícara de chá das sementes de sua preferência com 2 xícaras de chá de água. Para quem prefere o leite mais doce deixe de molho junto 2 tâmaras sem caroço.
Na manhã seguinte coe em uma peneira as sementes e passe embaixo da água. Bata no liquidificador as sementes (com as tâmaras, se for o caso) com 1 litro de água. Coe a mistura em um pano de algodão e coloque numa jarra ou garrafa de vidro, dura 1 semana na geladeira. Este leite pode ser bebido ao natural ou em receitas que usam leite de vaca.
Algumas dicas importantes:
Os resíduos podem ser aproveitados para fazer sopas, mingaus, pães, bolos e tortas.
Utilize um saquinho e reserve apenas para coar o leite. Tem uma coisa meio lúdica aqui, você estará ordenhando os grãos, uma sensação especial garanto.
Os leites vegetais não podem ser fervidos que talham.
Utilize um saquinho e reserve apenas para coar o leite. Tem uma coisa meio lúdica aqui, você estará ordenhando os grãos, uma sensação especial garanto.
Os leites vegetais não podem ser fervidos que talham.
Creme de Confeiteiro:
Sabe aquele creminho que vem dentro de sonhos, carolinas ou nos pães doces. Pois é, ele normalmente é cheio de corantes para ficar com aquela corzinha amarela. Aqui temos um creme na versão sem glúten, corante ou leite. Bom também para rechear e cobrir bolos e tortas.
Ingredientes:
Ingredientes:
- 2 gemas de ovo caipira
- ¼ de xícara de açúcar orgânico
- ¼ de xícara de farinha ou creme de arroz (veja se não tem o símbolo dos transgênicos como a Arrozina)
- 1 e ¼ de xícara do leite vegetal preferido
- 1 colher das de chá de baunilha
Modo de Preparar:
Misture as gemas com o açúcar em uma panela grande fora do fogo. Adicione a farinha de arroz, mexendo bem para agregar. Junte o leite vegetal e a baunilha. Mexa até formar uma mistura homogênea. Leve ao fogo baixo mexendo sempre até engrossar. Deixe esfriar e empregue. Pode misturar cacau em pó se desejar fazer de chocolate
Misture as gemas com o açúcar em uma panela grande fora do fogo. Adicione a farinha de arroz, mexendo bem para agregar. Junte o leite vegetal e a baunilha. Mexa até formar uma mistura homogênea. Leve ao fogo baixo mexendo sempre até engrossar. Deixe esfriar e empregue. Pode misturar cacau em pó se desejar fazer de chocolate
Creme de Leite Vegetal
Sempre procurei uma receita de creme de leite caseiro, mas em todas encontrava a famigerada gordura vegetal hidrogenada. Descobri então que para fazer o creme de leite vegetal é só engrossar o leite vegetal de sua preferência, aumentando a quantidade de sólidos na receita (castanhas, amêndoas, aveia etc) e, se desejar que fique mais encorpado ainda, adicionando uma colherinha de agar-agar e outra de azeite de oliva. Bom não é?
segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013
Trufas naturebas! (Receita vegana)
Para minha amiga querida, Carolina Decina, lá vai a receita de trufas caseiras naturebas: sem açúcar adicionado, sem glúten, sem lactose. E ma-ra-vi-lho-sas!
1 punhado de nozes
3 colheres de cacau em pó (bruto)
1 colher de tahine (pasta de gergelim)
1 colher de azeite extravirgem
2 punhados de frutas secas
1 colher de rum (opcional)
Bater tudo no processador (ou liquidificador, ajudando com uma espátula) até que se torne uma pasta densa (eu deixo as coisas meio pedaçudas, acho que fica muito bom). Enrolar as bolinhas e passar no cacau em pó. Não precisa untar as mãos.
As substituições:
Prefiro nozes, mas já fiz com avelãs, castanhas-do-Pará e amêndoas torradas. Ficam ótimas também.
As frutas secas idem, costumo preferir ameixas e uvas-passas, mas já fiz com uma mistura de ameixas e damascos e há quem goste muito de fazer com tâmaras. Experimente para ver o que prefere.
Já coloquei coco ralado (assim como já passei as bolinhas nele), aveia, quinoa, amaranto e até chia. Tudo combina!
quarta-feira, 19 de setembro de 2012
Muito assunto pra pouca hora
Andei reunindo as fotos que tirei nos últimos meses, de receitas que fiz e que queria postar aqui. A falta de tempo me rendeu e assim, fui deixando de lado, até o tempo resolver aparecer.
Eis que decidi postar as fotos, sem as receitas e sem maiores devaneios. Quem sabe assim, uma hora dessas, olho uma e escrevo sobre.
| Delícia de pastel assado: massa integral e recheio de moranga com armesão e canela. |
| Três antepastos feitos com jaca verde: estilo salada de almito (pote roxo), tipo frango desfiado (pote azul) e imitando fundos de alcachofra ao azeite (pote transparente). |
| Nhoque delícia vegê: cogumelos frescos, abobrinha, azeitonas pretas chilenas, tomatinho doce. |
| Trufas natureba, integrais, sem leite, sem açúcar adicionado, sem glúten. |
| Não é receita mas vale a postagem: frutas maravilhosas desse nosso nordeste (acerola, cajá, umbu-cajá, cajá-manga e manga!) |
| Beringelas ao forno, recheadas com tomatinhos doces marinados, jilós recheados com queijo e legumes e vagens verdinhas e macias cozidas no vapor. |
| Os amigos adoram: pizza integral de presunto de parma, pesto de rúcula e muçarela de búfala. |
| Os amigos deliram: pizza de gorgonzola com pera. |
| Feito pela minha mestre-cuca da cozinha japa: sashimi de tilápia fresquíssima, com limão caipira,wasabi e molho shoyu. |
| Naturebíssimo: arroz integral macrô, brócolis e chicória refogados no alho, alface roxa e feijão branco ao dendê. |
| Hamburguer vegano: arroz integral, tofu defumado, aveia em flocos, gergelim, cenoura e temperos. |
| Raiz de lótus, lindos pulmõezinhos prontos para virarem chá que dissolve muco e refogadinho. |
segunda-feira, 20 de agosto de 2012
Comidinhas Naturebas: Guacamole (Receita Vegana)
![]() |
| Imagem fofa retirada do Google |
Guacamole pode parecer tão óbvio, que eu nunca havia pensado em postar. Mas pensei bem e percebi que mesmo eu, uma precoce curiosa culinarística, só descobri o guacamole já com uns 20 anos. Trocando em miúdos: tá todo mundo perdoado. ;)
O guacamole é uma salada cremosa feita com base de abacate. Sim, é salgada. O estranhamento é devido à cultura brasileira de se consumir o fruto com açúcar. Mas abacate nunca precisou de açúcar para se gostoso. É maravilhoso de qualquer jeito, rico em gorduras do bem, vitamina E e ácidos graxos importantíssimos para a saúde, cuida de cabelos, pele e unhas, de dentro pra fora, de fora pra dentro.
O abacateiro é espécie exótica em nosso país, mas os estudiosos não se preocupam muito com possíveis invasões em ambientes naturais: os caroços costumas ficar sob a árvore mãe e raramente são carregados para longe. Também, com um peso daqueles!
Abacate tem um monte de tipos. Meus preferidos são o abacate manteiga e o avocado, primo chique do abacate, mais doce e denso, de gordura muito fina. Mas sem preconceitos, como todos e acho é bom.
Comida típica mexicana, o guacamole abriu espaço em outros países com a globalização e no Brasil faz a cabeça de muita gente esperta.
Minha receita não leva pimenta, já que sou um pouco sensível. Mas uma boa dedo-de-moça faz feliz quem pode, picadinha e misturada lá.
Minha receita:
1 abacate maduro, mas firme, amassado com o garfo
1 cebola média, picadinha
1 tomate maduro, mas firme, picado miúdo
1 pimentão de qualquer cor, em cubinhos
suco de 1 limão
3 colheres de azeite de oliva extra-virgem
sal a gosto
cheiro verde a gosto (para quem gosta, coentro combina muito bem)
Misturar tudo e pronto. Serve-se com saladas de folhas, pão, tortilhas e fica muito bom com os Doritos naturebas.
segunda-feira, 23 de julho de 2012
Receitinhas Naturebas: pesto de rúcula! (Receita Vegana)
Atendendo a pedidos, mais uma receitinha natureba deliciosa (uma das minhas obsessões, aliás hahaha).
Aprendi a fazer com minhas queridas amigas matutuenses, que guardam verdadeiros tesouros culinários. Meu agradecimento a elas!
pesto de rúcula
1 maço de rúcula
folhas de manjericão
1 dente de alho
1/2 xíc. de azeite de oliva extra virgem
100g de nozes
sal a gosto
Bater tudo no liquidificador ou usando o mixer. Só! :-)
Como como molho para macarrão, nhoque e lazanha, recheio de sanduíche (combina muito com presunto de parma e salada crocante), dá um bom molho para saladas e, claro, serve bem como pasta para dippar com os doritos naturebas que postei há alguns dias.
Essa receita ode ser feita também com agrião e fica igualmente deliciosa.
Aprendi a fazer com minhas queridas amigas matutuenses, que guardam verdadeiros tesouros culinários. Meu agradecimento a elas!
pesto de rúcula
1 maço de rúcula
folhas de manjericão
1 dente de alho
1/2 xíc. de azeite de oliva extra virgem
100g de nozes
sal a gosto
Bater tudo no liquidificador ou usando o mixer. Só! :-)
Como como molho para macarrão, nhoque e lazanha, recheio de sanduíche (combina muito com presunto de parma e salada crocante), dá um bom molho para saladas e, claro, serve bem como pasta para dippar com os doritos naturebas que postei há alguns dias.
Essa receita ode ser feita também com agrião e fica igualmente deliciosa.
sábado, 21 de julho de 2012
Receitinhas Naturebas: Abará, mas do meu jeito (Receita Vegana)
Aproveitei que estava com bastante feijão fradinho já demolhado em casa, produto da receitinha caseira contra fungos que andei fazendo e que você pode encontrar no Blog Deixa Sair, e fui procurar receitas pra alegrar o fim de semana.
Encontrei duas ótimas receitas de abará - o bolinho de feijão cru que serve de base para o acarajé - no Blog da Carol Daemon e adaptei de acordo com minha intuição e os ingredientes que tinha em casa. O resultado foi muito bom, algo entre abará e faláfel, de sabor sutil e leve. O acompanhamento foi uma saladinha verde estilo vinagrete (mas sem vinagre!) que combinou perfeitamente.
Como havia comprado uma panela a vapor na semana passada, resolvi testar fazendo os bolinhos no vapor. Maravilha! A panela funciona que é uma beleza!
A receita do bolinho, adaptada:
250 g de feijão fradinho demolhado durante uma noite (cerca de meio quilo após a demolha)
1 cebola grande
2 dentes de alho
100 g de castanha de caju
3 colheres de sopa de azeite de oliva extra-virgem
sal a gosto
Bater tudo no liquidificador, com a ajuda de uma espátula, já que é um pouco denso (coloque um pouquinho de água, mas pouca, só para ajudar no começo). Bater um pouco a massa com uma colher, para aerar. Esse bolinho pode ser frito ou cozido no vapor, embrulhado em folha de bananeira, palha de milho, folha de caeté,ou qualquer outro invólucro que permita o cozimento. Usei palha de milho e cozinhei no vapor por cerca de 40 minutos.
A saladinha de acompanhamento:
1 maço de ramas de cenoura (ou outro verdinho de preferência)
1 maço de salsa
1 cebola picadinha
Azeite, sal e limão a gosto
Complementa o sabor, fica excelente.
segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
Receitinhas Naturebas - Lassi! (Receita Lactovegetariana)
Minha bebida favorita nesse calorão tem sido o Lassi, essa delícia indiana que alimenta, refresca, ajuda na digestão e é muito probiótica.
O Lassi tem sempre como base o iogurte natural, sendo que pode-se variar bastante nas combinações.Postarei duas receitas que curto muito, por motivos diferentes, além de uma outra que foi a primeira que aprendi, com minha querida Adriana Medina.
Lassi de Manga
Esse eu amo porque não precisa colocar açúcar nem mel, é docinho por natureza! E cremoso, alimenta bem!
Uma manga média, meio copo de iogurte natural, um copo de água gelada, 5 pedras de gelo, duas favinhas de cardamomo e umas raspas de canela. Bata tudo muito bem no liquidificador e glupt!
Lassi de Limão com Hortelã
Esse eu adoro porque é super refrescante e muito, muito saboroso mesmo!
Meio copo de iogurte natural, um copo de água gelada, 5 pedras de gelo,suco de um limão grande, folhas de um raminho de hortelã, uma lasquinha da casca do limão, uma colher de açúcar mascavo (ou de mel), duas favinhas de cardamomo e uma pitada de noz moscada. Bata tudo no liquidificador novamente e está pronto!
Lassi de Água de Rosas
Esse foi o primeiro lassi que tomei e que aprendi a fazer. Não é meu preferido do coração, mas é gostoso também e muito simples.
Para as mesmas medidas acima de iogurte natural, água e gelo, coloque uma colher de sopa de água de rosas e uma colher de açúcar mascavo ou mel. Só bater e tomar. Creio que ficará muito bom também se substituirmos a água por suco de laranja.
Outras receitas deliciosas são feitas com goiaba, damasco seco, ameixa seca, morango, uva, pêssego... é ir fazendo e provando... as especiarias em geral dão um sabor muito interessante a essa bebidas, combinam e ajudam na digestão do leite (que já estará mais fácil de digerir se o iogurte estiver bem fermentado).
Refrigerante e suco de caixa pra quê, minha gente? :-)
terça-feira, 15 de novembro de 2011
A pipoca nossa de cada dia
E, num dia ensolarado, quente mesmo, algum ancestral índio, talvez no Peru ou nos Estados Unidos, labutava sob o sol e, de repente, daquela espiga dura e avermelhada, poc! pula um algodãozinho crocante. A responsável pela mágica poderia ser uma pedra lascada de superfície muito refletora que direcionou raios de sol bem praquele milhozinho lá. A umidade dentro daquela semente se transformou em vapor d'água com todo aquele calor, a pressão interna aumentou e rompeu a casquinha fina. A pipoca inventou-se a si mesma!
Inventei essa historinha, claro, com o máximo de imaginatividade que minha persoalidade mental permitiu. De qualquer forma, gosto de pensar na pipoca assim.
Penso na pipoca há tempo, desde que percebi que existe uma tendência geral em desmoralizá-la, assim como outros tantos alimentos tradicionais. Outro dia fui comprar um saquinho de pipoca na praça central da cidade. Cidade pequena, ainda cheia de pipoqueiros espalhandos pelos meio-fios. Ao provar, senti instantaneamente gosto de glutamato monossódico. Perguntei ao pipoqueiro porque colocava e ele afirmou que 'o povo prefere assim'. Perguntei se poderia trocar por um saquinho sem o tal Ajisal, não, ele coloca já na panela, na hora de estourar. Pena. Devolvi e fui embora frustrada.
Aí que me deu uma vontade de pesquisar e andei pela cidade perguntando o que os pipoqueiros tem colocado na pipoca, aquela coisinha mágica perfeita, saborosa e cheirosa. A grande maioria respondeu que coloca Ajisal. Pior: a maioria mantém um saleiro onde se misturam, meio a meio, sal e glutamato.
Pensei nas 'pipocarias' dos grandes cinemas, com seus baldes enorrrrrmes de pipoca encharcada por uma coisa estranha, aromatizada artificialmente, a que chamam manteiga. Em geral os baldões custam mais caro que o próprio ingresso para assistir ao filme. É a perversão da idéia principal.
Faço em casa, então. Aliás, assisto a filmes em casa que é o melhor que tá tendo. Mas quando bate aquele cheirinho de pipoca no fim da trade, na praça cheia de gente andante... que dá uma tristeza, dá...
P.s.: nenhuma referência sobre transgenia, pipoca de microondas e outras peripécias da indústria. É proposital.
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
Receitinhas naturebas! Homus Tahine de feijão branco (Receita Vegana)
Aproveitando nossos últimos tempos de feijão não-transgênico... creio que vai ser mais difícil, muito em breve, encontrar feijões que se prestem a comidinhas naturebas de verdade. :-(
Atendendo a pedidos, abri espaço no tempo (hehehe) para postar minha receita de Homus Tahine com feijão branco. Acho bem mais leve que o Homus tradicional, feito com grão-de-bico. Na verdade nem curto tanto o tal do grão, o gosto é um pouco forte para meu paladar e geralmente só belisco os pratos por onde ele anda. Já o feijão branco é dos meus preferidos, então...
Bem, em primeiro lugar: feijão a gente tem que saber fazer, não é só ir jogando na panela, não senhor.
Primeiro pelo menos uma noite inteira de molho – costumo deixar 12, 18, 24 horas, na verdade. E troco a água pelo menos uma vez durante esse processo, quando aparecem espuminhas.
Depois: ferver o feijão e dispensar a água da primeira fervura. Em geral, junto com essa água vai embora uma densa espuma branca (fermentação maléfica – ia fermentar dentro de você...). Lavo bem o feijão e volto pra panela com água limpa. Se continuar juntando espuma, jogo fora a segunda água de fervura também.
Próximo passo: cozinhar em panela grossa, semi-tampada. Uso, em geral, panela de aço inox de fundo triplo, por não ter uma panela grande de pedra ou de barro. Fogo baixinho e cozinha por mais de uma hora.
Essa receita fiz com cerca de meio quilo de feijão.
Maravilha, feijão cozido! Depois de frio, amasse bem com o garfo em uma tigela e vá fazendo alquimia: uma colher de tahine (pasta de gergelim), uma colherinha de sal, umas 3 de azeite de oliva extra-virgem, um punhado de cebolinha e salsa picadinhas, suco de um limão. Misture tudo muito bem. Bata um pouco com o garfo.
Delícia para comer com pão, com cenoura e pepino, fazendo sanduíche ou do jeito que preferir!
P.S. Esse post foi feito em homenagem a minha querida Jéssica, que me alegra os dias. :-)
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
O Polêmico Feijão Transgênico
Quem quiser ouvir uma excelente matéria sobre a liberação do Feijão Transgênico da Embrapa, por André Trigueiro, pode visitar o site da CBN e clicar no áudio, que está com a data de sábado, 29/09/2011.
Se preferir, ouça aqui mesmo, nesse player aí em baixo.
Discussões no próximo post!
Se preferir, ouça aqui mesmo, nesse player aí em baixo.
Discussões no próximo post!
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
Água fluoretada faz bem pra quem?
O texto abaixo é lúcido e bem escrito, vale a leitura!
Diversos estudos químicos atestam que o flúor é tão tóxico como o chumbo e, como este, cumulativo. Quanto mais velhos mais aumentamos a concentração de flúor nos nossos ossos, o que traz maiores riscos de rachaduras e doenças como a osteoporose (veja o primeiro link). A versão natural do flúor, encontrada na natureza, inclusive em águas minerais, peixes, chás e vegetais tem absorção de 25% pelo corpo humano, mas a fluoretação artificial é quase que totalmente absorvida. A maior parte se deposita nas partes sólidas do organismo, os ossos, e parte pequena vai para os dentes. Acredita-se que o fluoreto natural tenha algum papel importante para a saúde humana, mas isso ainda não foi completamente comprovado.
No Brasil a adição de flúor à água começou em 1953 em Baixo Guandu, ES, virou lei federal
(6.050/74) e a campanha da fluoretação das águas, abraçada pela odontologia em parceria com sucessivos governos desde a década de 1960, continua em alta e tem como meta atingir 100% da água brasileira encanada. Águas potáveis também recebem flúor e algumas águas minerais possuem mais flúor em sua composição do que é recomendado para evitar a fluorose, que é algo situado entre 0,5 ppm e 1ppm, dependendo da temperatura ambiente, já que no verão ou em locais mais quentes se consome mais água.
http://www.theforbi ddenknowledge. com/hardtruth/ fluoridation. htm
Essa ligação histórica desperta brigas ferrenhas entre os adeptos da adição do flúor à água e os que são contra, esses últimos acusados pelos primeiros de fazer terrorismo e estabelecer o caos social em nome da nova ordem mundial, que está aí a questionar as bases que sustentam a economia.
A Associação Brasileira de Odontologia recomenda a adição de flúor à água potável como método preventivo fundamental para o Brasil, país grande, de população pobre e desinformada sobre os hábitos de higiene e de alimentação. Segundo o professor Jaime Cury,que passou mais de 20 anos estudando a prevenção da cárie, o flúor adicionado à água tem uma importância social inquestionável. “Gostaria de ser o primeiro a anunciar que o flúor não precisa mais ser adicionado à água, mas o povo brasileiro, a maior parte da população, a que é pobre e desinformada, não escova os dentes corretamente, não pode cuidar da alimentação e é beneficiada pela adição de flúor na água.” Para ele, “a fluorose leve que não causa mal-estar social, nem deveria ser considerada um problema ou doença porque as crianças com fluorose leve, manchinhas brancas, têm dentes mais fortes.”
Questões políticas
Cláudia Rodrigues, jornalista, terapeuta reichiana, autora de Bebês de Mamães mais que Perfeitas, 2008. Centauro Editora.
Água fluoretada, uma herança nazista
Cláudia Rodrigues, jornalista, terapeuta reichiana.
Em setembro de 2003, e lá se vão oito anos, uma petição internacional assinada por mais de 300 cientistas, químicos, técnicos e ambientalistas de 37 países, pediu a revisão, esclarecimento e discussão sobre os benefícios e malefícios da adição à água encanada do flúor, íon utilizado como preventivo de cáries. Atendendo à petição, foram apresentados vários estudos comprovando os riscos para a saúde geral do corpo, especialmente dos ossos, devido à ingestão desse potente agente químico que quando ultrapassa apenas 1 ppm já causa problema até nos dentes. De lá para cá, muitas pesquisas vêm atestando ligações
entre ingestão de flúor e doenças da modernidade.
Autistas, por exemplo, não devem beber água fluoretada. Embora não haja confirmação de associação direta
entre o flúor e a disfunção, sabe-se que ele potencializa os sintomas do autismo.
O problema da adição de uma droga, venenosa ou não, na água de todas as pessoas, é uma questão delicada. Até que ponto as autoridades têm o direito de institucionalizar um tratamento medicamentoso na água para todos os cidadãos de todas as idades?
Sabendo-se da ligação entre tal produto e desencadeamento de patologias, como e por quais razões se mantêm a mesma diretriz? A retirada, diante das evidências, bate na trave econômica e política. Subproduto da indústria do alumínio, o íon, que mata um corpo adulto com apenas 5 gramas, não pode ser simplesmente jogado na natureza. A confiança inicial de que em doses ínfimas espalhadas pelas águas e alimentos no mundo, só faria bem aos dentes, evitando cáries, fez com as políticas se consolidassem nesse gigantesco contrato comercial mundial, agora difícil de ser desfeito, especialmente em países em desenvolvimento que têm de um lado a população ignorante que aceita as decisões públicas e privadas sem questionamentos e de outro os concentradores de renda, que defendem o status quo a qualquer preço.
Alguns países, já a partir de 2003, outros antes, retiraram o flúor da água e passaram a adicioná-lo ao sal de cozinha, já que se consome menos sal do que água, o que reduziria o risco de ingestão excessiva do íon, cumulativo no corpo humano. Diante das evidências e para reparar a visão equivocada, baseada em pesquisas que só levavam em conta a prevenção de cáries, muitos países simplesmente não utilizam mais o uso sistêmico do flúor como preventivo de cáries; apostam na educação alimentar, higiene e no uso tópico, diretamente aplicado nos dentes.
No Canadá, Áustria, Finlândia, Bélgica, Noruega, França e Cuba, alguns dos países que pararam de fluoretar suas águas, os índices de cáries continuaram caindo. Estudos sobre a ingestão do flúor, que a partir da década de 1970 também foi adicionado a alimentos, leites em pós e a alguns medicamentos, apontam malefícios graves e cumulativos para a saúde em geral. Os danos começam pela fluorose, que pode ser leve, causando manchas esbranquiçadas nos dentes ou grave, quando a dentição permanente fica com manchas marrons ou chega a ser perdida, esfacelando os dentes. Para que isso ocorra basta que crianças de zero a seis anos sejam expostas à ingestão diária do íon. O resultado visível só aparece nos dentes permanentes, já a ingestão de flúor na gravidez compromete a primeira dentição da criança.
O flúor no corpo- Quando ingerido o flúor é rapidamente absorvido pela mucosa do estômago e do intestino delgado. Sabe-se que 50% dele é eliminado pelos rins e que a outra metade aloja-se junto ao cálcio dos tecidos conjuntivos. Dentes e ossos, ao longo do tempo, passam a ficar deformados, surgem doenças e rachaduras.
A hipermineralização dos tecidos conectivos dos ossos, da pele e da parede das artérias é afetada, os tecidos perdem a flexibilidade, se tornam rígidos e quebradiços. Para que tudo isso ocorra, segundo estudo de 1977 da National Academy of Sciences, dos EUA, o corpo humano precisaria absorver durante 40 anos apenas 2mg de flúor por dia. Parece difícil ingerir tanto, mas a fluorose já é um fato, uma doença moderna comprovada.
Em setembro de 2003, e lá se vão oito anos, uma petição internacional assinada por mais de 300 cientistas, químicos, técnicos e ambientalistas de 37 países, pediu a revisão, esclarecimento e discussão sobre os benefícios e malefícios da adição à água encanada do flúor, íon utilizado como preventivo de cáries. Atendendo à petição, foram apresentados vários estudos comprovando os riscos para a saúde geral do corpo, especialmente dos ossos, devido à ingestão desse potente agente químico que quando ultrapassa apenas 1 ppm já causa problema até nos dentes. De lá para cá, muitas pesquisas vêm atestando ligações
entre ingestão de flúor e doenças da modernidade.
Autistas, por exemplo, não devem beber água fluoretada. Embora não haja confirmação de associação direta
entre o flúor e a disfunção, sabe-se que ele potencializa os sintomas do autismo.
O problema da adição de uma droga, venenosa ou não, na água de todas as pessoas, é uma questão delicada. Até que ponto as autoridades têm o direito de institucionalizar um tratamento medicamentoso na água para todos os cidadãos de todas as idades?
Sabendo-se da ligação entre tal produto e desencadeamento de patologias, como e por quais razões se mantêm a mesma diretriz? A retirada, diante das evidências, bate na trave econômica e política. Subproduto da indústria do alumínio, o íon, que mata um corpo adulto com apenas 5 gramas, não pode ser simplesmente jogado na natureza. A confiança inicial de que em doses ínfimas espalhadas pelas águas e alimentos no mundo, só faria bem aos dentes, evitando cáries, fez com as políticas se consolidassem nesse gigantesco contrato comercial mundial, agora difícil de ser desfeito, especialmente em países em desenvolvimento que têm de um lado a população ignorante que aceita as decisões públicas e privadas sem questionamentos e de outro os concentradores de renda, que defendem o status quo a qualquer preço.
Alguns países, já a partir de 2003, outros antes, retiraram o flúor da água e passaram a adicioná-lo ao sal de cozinha, já que se consome menos sal do que água, o que reduziria o risco de ingestão excessiva do íon, cumulativo no corpo humano. Diante das evidências e para reparar a visão equivocada, baseada em pesquisas que só levavam em conta a prevenção de cáries, muitos países simplesmente não utilizam mais o uso sistêmico do flúor como preventivo de cáries; apostam na educação alimentar, higiene e no uso tópico, diretamente aplicado nos dentes.
No Canadá, Áustria, Finlândia, Bélgica, Noruega, França e Cuba, alguns dos países que pararam de fluoretar suas águas, os índices de cáries continuaram caindo. Estudos sobre a ingestão do flúor, que a partir da década de 1970 também foi adicionado a alimentos, leites em pós e a alguns medicamentos, apontam malefícios graves e cumulativos para a saúde em geral. Os danos começam pela fluorose, que pode ser leve, causando manchas esbranquiçadas nos dentes ou grave, quando a dentição permanente fica com manchas marrons ou chega a ser perdida, esfacelando os dentes. Para que isso ocorra basta que crianças de zero a seis anos sejam expostas à ingestão diária do íon. O resultado visível só aparece nos dentes permanentes, já a ingestão de flúor na gravidez compromete a primeira dentição da criança.
O flúor no corpo- Quando ingerido o flúor é rapidamente absorvido pela mucosa do estômago e do intestino delgado. Sabe-se que 50% dele é eliminado pelos rins e que a outra metade aloja-se junto ao cálcio dos tecidos conjuntivos. Dentes e ossos, ao longo do tempo, passam a ficar deformados, surgem doenças e rachaduras.
A hipermineralização dos tecidos conectivos dos ossos, da pele e da parede das artérias é afetada, os tecidos perdem a flexibilidade, se tornam rígidos e quebradiços. Para que tudo isso ocorra, segundo estudo de 1977 da National Academy of Sciences, dos EUA, o corpo humano precisaria absorver durante 40 anos apenas 2mg de flúor por dia. Parece difícil ingerir tanto, mas a fluorose já é um fato, uma doença moderna comprovada.
Diversos estudos químicos atestam que o flúor é tão tóxico como o chumbo e, como este, cumulativo. Quanto mais velhos mais aumentamos a concentração de flúor nos nossos ossos, o que traz maiores riscos de rachaduras e doenças como a osteoporose (veja o primeiro link). A versão natural do flúor, encontrada na natureza, inclusive em águas minerais, peixes, chás e vegetais tem absorção de 25% pelo corpo humano, mas a fluoretação artificial é quase que totalmente absorvida. A maior parte se deposita nas partes sólidas do organismo, os ossos, e parte pequena vai para os dentes. Acredita-se que o fluoreto natural tenha algum papel importante para a saúde humana, mas isso ainda não foi completamente comprovado.
No Brasil a adição de flúor à água começou em 1953 em Baixo Guandu, ES, virou lei federal
(6.050/74) e a campanha da fluoretação das águas, abraçada pela odontologia em parceria com sucessivos governos desde a década de 1960, continua em alta e tem como meta atingir 100% da água brasileira encanada. Águas potáveis também recebem flúor e algumas águas minerais possuem mais flúor em sua composição do que é recomendado para evitar a fluorose, que é algo situado entre 0,5 ppm e 1ppm, dependendo da temperatura ambiente, já que no verão ou em locais mais quentes se consome mais água.
Os odontologistas que ainda defendem a adição do flúor na água potável e encanada afirmam ser a fluorose, que atingiu adolescentes nas últimas gerações com manchas brancas, um problema menor diante das evidências de redução das cáries, comprovadas por várias teses, elaboradas nos anos 1960 e 1970.
Segundo eles esse método é o mais eficaz para reduzir índices de cárie que variam entre 20% e 60%. Da década de 1960 para cá, além da fluoretação das águas brasileiras, a população teve acesso maior às escovas de dentes, que tornaram-se mais baratas e populares. Na Suécia, por exemplo, onde não há fluoretação das águas, a cárie foi erradicada por meio da educação da população.
O flúor nos dentes- A redução de cáries por acesso ao flúor ocorre em decorrência de uma
regulação do ph bucal, que teria maior constância via corrente sangüínea a partir da ingestão dessa substância. Após escovarmos os dentes com creme dental fluoretado, mantemos o ph ideal por cerca de duas horas. Apesar da campanha pró-ingestão de flúor, nenhum dentista defende a água fluoretada sem a dobradinha boa higiene e boa alimentação. Não há ph administrado pelo flúor que regule os detritos retidos entre os dentes; esses detritos desregulam o ph local, tornando-o mais ácido, o que favorece o surgimento de cáries e outras doenças periodontais. O açúcar torna o ph do sangue muito ácido e ao lado dele o outro grande vilão é o carboidrato, daí os odontologistas condenarem o abuso de doces, biscoitos e pães entre as refeições, especialmente os feitos com farinhas refinadas. Segundo Pedro Cordeiro, odontologista em Florianópolis, uma boa alimentação e uma escovação bem feita três vezes ao dia são métodos extremamente eficazes para a prevenção de cáries. “Recomendo aos pais que não usem creme dental fluoretado em crianças até cinco anos, pois é possível que engulam o creme acidentalmente ou voluntariamente, o que acarretaria a fluorose.” Uso de fio dental, escovação com água e uma boa alimentação são suficientes para evitar o surgimento de cáries em qualquer idade, garante o dentista.
Medidas seguras- Na água potável encanada são recomendados no máximo 0,6 ppm de flúor, o que causa em crianças menores de sete anos uma fluorose mínima ao nascerem os dentes permanentes. “Acima de 1,5 ppm de flúor na água bebida por crianças menores de sete anos a fluorose é mais agressiva e pode causar má aparência nos dentes permanentes, mas existe tratamento para essa fluorose nos consultórios dentários”, garante o professor Jaime Cury, da Unicamp, defensor da adição de flúor à água.
Em Cocalzinho, cidade de Santa Catarina, o flúor contido numa água natural, (1000 ppm) causou sérios danos aos dentes das crianças da região, com perdas parciais e totais dos dentes permanentes. Profissionais de várias partes do Brasil interessaram- se pelo caso, que foi documentado no final da década de 1980. Em 2004 a água mineral Charrua, do RS, apresentava 4ppm de flúor, o que pode resultar em fluorose avançada.
O flúor está presente nos cremes dentais desde 1989, inclusive nos infantis, sendo hoje difícil encontrar no mercado convencional um creme dental para uso diário sem o íon. Normalmente os cremes dentais recebem de 1000 ppm a 1800 ppm de flúor. Não há pesquisa que ateste que o flúor aplicado, sem ingestão, cause qualquer mal, mas segundo vários estudos em odontopediatria os problemas de fluorose verificados em todo o Brasil nos últimos anos estão relacionados ao uso de creme dental porque crianças pequenas, além de serem extremamente vulneráveis à ingestão do flúor, engolem acidentalmente ou voluntariamente o creme dental. Uma das razões da ingestão voluntária, em crianças maiores de 3 anos, se deve ao sabor doce dos géis dentais infantis. A fluorose aparente nos dentes de crianças e adolescentes é uma realidade no Brasil.
Flúor e o nazismo
Segundo eles esse método é o mais eficaz para reduzir índices de cárie que variam entre 20% e 60%. Da década de 1960 para cá, além da fluoretação das águas brasileiras, a população teve acesso maior às escovas de dentes, que tornaram-se mais baratas e populares. Na Suécia, por exemplo, onde não há fluoretação das águas, a cárie foi erradicada por meio da educação da população.
O flúor nos dentes- A redução de cáries por acesso ao flúor ocorre em decorrência de uma
regulação do ph bucal, que teria maior constância via corrente sangüínea a partir da ingestão dessa substância. Após escovarmos os dentes com creme dental fluoretado, mantemos o ph ideal por cerca de duas horas. Apesar da campanha pró-ingestão de flúor, nenhum dentista defende a água fluoretada sem a dobradinha boa higiene e boa alimentação. Não há ph administrado pelo flúor que regule os detritos retidos entre os dentes; esses detritos desregulam o ph local, tornando-o mais ácido, o que favorece o surgimento de cáries e outras doenças periodontais. O açúcar torna o ph do sangue muito ácido e ao lado dele o outro grande vilão é o carboidrato, daí os odontologistas condenarem o abuso de doces, biscoitos e pães entre as refeições, especialmente os feitos com farinhas refinadas. Segundo Pedro Cordeiro, odontologista em Florianópolis, uma boa alimentação e uma escovação bem feita três vezes ao dia são métodos extremamente eficazes para a prevenção de cáries. “Recomendo aos pais que não usem creme dental fluoretado em crianças até cinco anos, pois é possível que engulam o creme acidentalmente ou voluntariamente, o que acarretaria a fluorose.” Uso de fio dental, escovação com água e uma boa alimentação são suficientes para evitar o surgimento de cáries em qualquer idade, garante o dentista.
Medidas seguras- Na água potável encanada são recomendados no máximo 0,6 ppm de flúor, o que causa em crianças menores de sete anos uma fluorose mínima ao nascerem os dentes permanentes. “Acima de 1,5 ppm de flúor na água bebida por crianças menores de sete anos a fluorose é mais agressiva e pode causar má aparência nos dentes permanentes, mas existe tratamento para essa fluorose nos consultórios dentários”, garante o professor Jaime Cury, da Unicamp, defensor da adição de flúor à água.
Em Cocalzinho, cidade de Santa Catarina, o flúor contido numa água natural, (1000 ppm) causou sérios danos aos dentes das crianças da região, com perdas parciais e totais dos dentes permanentes. Profissionais de várias partes do Brasil interessaram-
O flúor está presente nos cremes dentais desde 1989, inclusive nos infantis, sendo hoje difícil encontrar no mercado convencional um creme dental para uso diário sem o íon. Normalmente os cremes dentais recebem de 1000 ppm a 1800 ppm de flúor. Não há pesquisa que ateste que o flúor aplicado, sem ingestão, cause qualquer mal, mas segundo vários estudos em odontopediatria os problemas de fluorose verificados em todo o Brasil nos últimos anos estão relacionados ao uso de creme dental porque crianças pequenas, além de serem extremamente vulneráveis à ingestão do flúor, engolem acidentalmente ou voluntariamente o creme dental. Uma das razões da ingestão voluntária, em crianças maiores de 3 anos, se deve ao sabor doce dos géis dentais infantis. A fluorose aparente nos dentes de crianças e adolescentes é uma realidade no Brasil.
Flúor e o nazismo
As primeiras pesquisas com ingestão de flúor em humanos foram feitas em campos de concentração nazistas com o intuito de acalmar os prisioneiros, que ingeriam o íon a partir da água com até 1500 ppm de flúor. O resultado gerava uma espécie de apatetamento, os prisioneiros cumpriam melhor suas tarefas sem questioná-las. Com o mesmo objetivo o flúor é adicionado a alguns medicamentos psiquiátricos hoje em dia. Mais de 60 tranquilizantes largamente utilizados contêm flúor, como Diazepan, Valium e Rohypnol, da Roche, ligada à antiga I.G.Farben, indústria química que atuou a serviço da Alemanha nazista.
http://www.theforbi
Essa ligação histórica desperta brigas ferrenhas entre os adeptos da adição do flúor à água e os que são contra, esses últimos acusados pelos primeiros de fazer terrorismo e estabelecer o caos social em nome da nova ordem mundial, que está aí a questionar as bases que sustentam a economia.
A Associação Brasileira de Odontologia recomenda a adição de flúor à água potável como método preventivo fundamental para o Brasil, país grande, de população pobre e desinformada sobre os hábitos de higiene e de alimentação. Segundo o professor Jaime Cury,que passou mais de 20 anos estudando a prevenção da cárie, o flúor adicionado à água tem uma importância social inquestionável. “Gostaria de ser o primeiro a anunciar que o flúor não precisa mais ser adicionado à água, mas o povo brasileiro, a maior parte da população, a que é pobre e desinformada, não escova os dentes corretamente, não pode cuidar da alimentação e é beneficiada pela adição de flúor na água.” Para ele, “a fluorose leve que não causa mal-estar social, nem deveria ser considerada um problema ou doença porque as crianças com fluorose leve, manchinhas brancas, têm dentes mais fortes.”
Questões políticas
A ciência odontológica vê a fluorose média ou grave como problema principal em conseqüência da adição de flúor à água, mas médicos, químicos e toxicologistas afirmam que a fluorose é apenas o começo de um problema espalhado por todos os ossos do corpo, sobrecarregando a glândula pineal e acarretando outras conseqüências na saúde devido a alteração do funcionamento bioquímico. Eles alertam que as doenças podem demorar anos para surgir, pois o flúor é cumulativo. Nunca houve uma denúncia formal ligando o flúor à indústria de alumínio; as pesquisas feitas por químicos e neurologistas focam exclusivamente os danos do íon à saúde humana.
Polêmica à parte, algo não está sendo levado em conta: é praticamente impossível encontrar água que não tenha sofrido adição de flúor. Por uma convenção entre sucessivos governos, a ciência odontológica e a indústria de alumínio, o brasileiro perdeu o direito de beber água sem o aditivo.
Cláudia Rodrigues, jornalista, terapeuta reichiana, autora de Bebês de Mamães mais que Perfeitas, 2008. Centauro Editora.
sexta-feira, 8 de julho de 2011
Publicaram-me!
Para quem se interessar, um artigo meu foi publicado no Portal Materna, há algumas semanas.
O Portal Materna, de tema maternidade, é direcionado para o público feminino, às gestantes e mães de crianças de 0 a 5 anos de idade. Lá, um monte de informação interessante sobre alimentação, comportamento, sustentabilidade e outros temas importantes para mães e não mães.
O artigo tem linguagem bem acessível e trata de um assunto já falado aqui no Blog: o direito de escolha em relação aos transgênicos e projeto de lei para o fim da rotulagem dos OGMs. Você pode ler o artigo na íntegra, aqui.
sexta-feira, 10 de junho de 2011
E. coli e Gurts - será coincidência?
Muita coisa acontecendo nesse mundão de meu deus, nesse Brasil nosso também. Tanto assunto me deixa assim, paralisada. Foi Belo Monte pra cá e pra lá, Código Florestal, a suspensão dos kits anti-homofobia, metrô de Higienópolis e eu aqui, boquiaberta, sem saber o que postar sobre tudo isso. A verdade é que essa politicagem e desrespeito me chocam ainda.
Mas eis que surgiu um assunto que me chamou a atenção, em particular: a tal estirpe resistente de E. coli na Europa. Quando comecei a ver as chamadas, achei a história mal contada. Alimentos vegetais contaminados por uma cepa muito virulenta da bactéria (uma comensal inofensiva na maior parte do tempo, que vive nos nossos intestinos) e pessoas morrendo de infecção no continente referência em saúde, alimentação e saneamento? No mínimo estranha essa idéia. E começa o bombardeio de informações truncadas, a cada dia um novo dado, mais estranho que o primeiro. Colocaram a culpa no pepino, depois no broto de feijão, orgânicos, diga-se de passagem. Se tem interesse de grandes multinacionais por trás dessa conversa? Vai saber, conspiração é o que não falta nesse mundo. E considerando-se que o continente Europeu é o MAIOR importador de orgânicos do mundo e que houve, há poucos dias (17 de abril) em Bruxelas, na Bélgica, o International Days of Action (Dia de ação internacional para as sementes livres), acho que é para se pensar...
Outro assunto, ligadíssimo a esse, acontece no Brasil: tramita em regime de prioridade um projeto de lei do líder do governo na câmara, deputado Cândido Vaccarezza (PT - SP) que revoga o artigo da Lei de Biossegurança que proíbe a utilização das chamadas Gurts - Tecnologias Genéticas de Restrição de Uso. Uma das Gurts consiste na 'Tecnologia Terminator' e suas famosas 'Sementes Suicidas' que germinam uma única vez, obrigando os produtores a comprarem sempre as sementes que vão plantar, já que não poderiam mais guardar parte da safra para o replantio. Uma enorme afronta à soberania alimentar nacional.
O que Europa e Brasil tem em comum, nesse caso? É a pergunta que não cala.
terça-feira, 10 de maio de 2011
Petição pelo fim da influência comercial na Faculdade de Nutrição da USP
Copiei do Blog Deixa Sair, da Sonia Hirsch, e compartilho aqui por se tratar de assunto de enorme interesse para tod@s que desejam melhor informação sobre alimentação.
Abraços,
Centro Acadêmico Emílio Ribas
Nutrição - FSP - USP
Av. Dr. Arnaldo, 715 São Paulo-SP
Fone/Fax: (11) 3061-7725
www.caemilioribas.wordpress.com
Estamos recolhendo assinaturas, por meio de um abaixo-assinado, para regulamentar a publicidade e propaganda de alimentos, fórmulas infantis e de nutrição enteral e parenteral em ambientes acadêmicos relacionados aos cursos de Nutrição.
Entendemos que as indústrias alimentícias investem em estudantes de Nutrição, através do envio de representantes para ministrarem aulas nos cursos, promovendo seus produtos e distribuindo brindes e amostras grátis, além do patrocínio de eventos universitários e congressos, porque sabem que esses irão utilizar as informações obtidas em sala de aula como parâmetro para a atuação profissional, sendo os futuros propagandistas de suas marcas e seus produtos.
Este abaixo-assinado será enviado ao Conselho Federal de Nutricionistas e aos Ministérios da Saúde e da Educação.
Se também for contra essa prática nos cursos de Nutrição, assine e nos ajude a divulgar.
Abraços,
Centro Acadêmico Emílio Ribas
Nutrição - FSP - USP
Av. Dr. Arnaldo, 715 São Paulo-SP
Fone/Fax: (11) 3061-7725
www.caemilioribas.wordpress.com
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